Educação
Começam as negociações coletivas da educação básica e superior
Nas tratativas com o Sinepe/RS e Sindiman/RS, está a renovação de quatro Convenções Coletivas, com…

Foto: Cerepal/ Reprodução
Após um dia e meio de paralisação devido ao atraso dos salários de maio, os professores do Centro de Reabilitação de Porto Alegre (Cerepal) retornaram ao trabalho na última terça-feira, 10. Eles haviam entrado em greve na segunda-feira, 9, devido a mais um atraso no pagamento dos salários.
De acordo com a diretora do Sinpro/RS, Glória Bitencourt, os atrasos de salários na escola vêm ocorrendo desde o ano passado. No final de maio, a categoria realizou assembleia e aprovou indicativo de greve caso os salários não fossem depositados até o quinto dia útil.
Como os vencimentos não foram pagos no prazo estipulado pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), os docentes entraram em greve. Em meio à paralisação, a direção do Cerepal fez contato com a dirigente informando que os salários de maio haviam sido pagos e os professores voltaram ao trabalho à tarde.
“Nós esgotamos todas as possibilidades de negociação com a direção antes que a categoria decidisse pela greve, que é uma forma de pressão legítima de todos os trabalhadores pelo cumprimento dos seus direitos”, afirmou a dirigente.
A escola filantrópica sem fins lucrativos atua há 56 anos em três esferas: assistência social, saúde e educação para pessoas com paralisia cerebral e outras síndromes neurológicas motoras. De acordo com a dirigente do Sinpro/RS, ainda há pendências de FGTS, férias e multas contratuais por atrasos que serão cobrados judicialmente.