300 do Brasil ou do Reich?

Liderados pela ex-feminista com inclinações nazifascistas Sara Winter, o movimento 300 do Brasil arrecada dinheiro da internet para se transformar em milicia armada na defesa de Bolsonaro
Sara Winter usa nome fantasia homônimo ao de uma socialite britânica nazista que atuou dos anos 1920 até o final da segunda Guerra na Europa

Sara Winter usa nome fantasia homônimo ao de uma socialite britânica nazista que atuou dos anos 1920 até o final da segunda Guerra, na Europa e tem uma Cruz de Ferro (comenda nazista) tatuada no peito

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ex-secretária de Damares Alves no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Sara Winter, 27 anos, é uma das organizadoras do acampamento intitulado 300 do Brasil, cujas barracas teriam sido patrocinadas pela Havan, segundo o deputado Alexandre Frota. O movimento resultou em agressão e espancamento de jornalistas do Estadão, no dia 3 de maio.

A hoje ativista bolsonarista radical, cujo verdadeiro nome é Sara Fernanda Giromini, já foi ligada à organização feminista ucraniana Femen. Winter também é apontada nas redes sociais como simpatizante nazista. O nome fantasia adotado por ela é homônimo ao de uma ativista nazifascista britânica que viveu entre 1870 e 1944. Ela afirma seguir orientações de Olavo de Carvalho.

Comentários